terça-feira, 24 de abril de 2012

AMOR

O amor é um jogo em que arriscamos nossas vidas em busca da vitória. Resumimos nossos dias em longas horas de procura, tentando encontrar em algum lugar do mundo, o nosso amor verdadeiro e o beijo que mais nos encanta. O amor é um jogo medonho, é uma mistura de estratégia, de inteligência, de achismo, de riscos. É como uma montanha russa. Te mantem retilínea em um segundo e depois te joga na turbulência, te vira de ponta cabeça, corre, para, freia, volta, gira. O amor pode assumir vários papéis, pode ser uma cena romântica, um filme de comédia, uma peça de teatro adorável. O amor pode ser um terror, um suspense que acarreta em fins trágicos. O amor é uma inconstância. Nem sempre agrada, nem sempre machuca. O amor é sem regras, não obedece e não se encaixa em padrão nenhum. Exagerado, mutável, afável. O amor pode ser sim um conto de fadas, já que as princesas sempre passam por um momento de dificuldade, mas, se difere por uma única coisa… Nem sempre tem finais memoráveis e felizes. O amor é uma criança madura e mimada, que faz o que quer, quando quer e te domina. O amor é cheio de altos e baixos. O amor é um vício, uma necessidade, um casaco que nos aquece em dias frios. Muda o brilho dos nossos olhos, dos nossos cabelos e nosso semblante. É uma coisa fantástica e aterrorizante. Nos muda completamente quando muda. O amor não é perfeito, é carente, se cansa rápido e depois sente saudade. O amor consome todas nossas forças, todas nossas energias, toda nossa alma, e ao mesmo tempo que nos enfraquece, nos fortalece e amadurece. Nos faz crescer e feliz. O amor nos move. O amor não é simples, fácil de lidar, fácil de decifrar. O amor é tudo ou nada, agora ou nunca, sempre ou para sempre.

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